A Ana mandou-me um SMS a dizer que a professora já tinha respondido ao e-mail. Afinal ela tinha percebido a nossa dúvida e a reposta ao e-mail sossegou-nos. Já não tínhamos que repensar nada do trabalho e voltar ao início. Que boa notícia!
O Confessionário
Acerca de mim
- Nome: Bluelittledrop
- Localização: Portugal
Sou uma gota: transparente, frágil, pequena se sozinha mas enorme quando no meu mar, composto de tantos iguais a mim. Sou azul: sinto, aprendo, erro, peço desculpa, desculpo e respeito. Muito. Com a minha alma azul.
domingo, outubro 30, 2005
Em casa
A Ana mandou-me um SMS a dizer que a professora já tinha respondido ao e-mail. Afinal ela tinha percebido a nossa dúvida e a reposta ao e-mail sossegou-nos. Já não tínhamos que repensar nada do trabalho e voltar ao início. Que boa notícia!
A Ana mandou-me um SMS a dizer que a professora já tinha respondido ao e-mail. Afinal ela tinha percebido a nossa dúvida e a reposta ao e-mail sossegou-nos. Já não tínhamos que repensar nada do trabalho e voltar ao início. Que boa notícia!
sábado, outubro 29, 2005
Em casa
Como não tínhamos conseguido falar com a professora no dia anterior decidimos mandar-lhe um e-mail a expor a nossa dúvida. Estava desanimada porque tinha receio que a professora não entendesse o que queríamos dizer… Não dizia nada a Ana, para não a deixar receosa mas essa era a verdade.
Como não tínhamos conseguido falar com a professora no dia anterior decidimos mandar-lhe um e-mail a expor a nossa dúvida. Estava desanimada porque tinha receio que a professora não entendesse o que queríamos dizer… Não dizia nada a Ana, para não a deixar receosa mas essa era a verdade.
sexta-feira, outubro 28, 2005
No fim da aula de Investigação Qualitativa em Educação
Depois de uma conversa com uma colega nossa pensámos que estávamos enganadas quanto ao tema do trabalho. Estava em pânico… se fosse o contrário do que estávamos a pensar teríamos que repensar o tema, a estratégia de apresentação, TUDO! No final da aula tentámos falar com a professora mas não deu. Viemos para casa com a moral em baixo…
Depois de uma conversa com uma colega nossa pensámos que estávamos enganadas quanto ao tema do trabalho. Estava em pânico… se fosse o contrário do que estávamos a pensar teríamos que repensar o tema, a estratégia de apresentação, TUDO! No final da aula tentámos falar com a professora mas não deu. Viemos para casa com a moral em baixo…
terça-feira, outubro 11, 2005
No fim da aula prática de Educação Especial
Eu e a Ana fomos falar com a professora acerca da nossa ideia para o trabalho. Não fiquei muito confiante mas o importante é não desistir. Agora é pensar o que fazer, como fazer e…ser original. È a palavra de ordem!
Eu e a Ana fomos falar com a professora acerca da nossa ideia para o trabalho. Não fiquei muito confiante mas o importante é não desistir. Agora é pensar o que fazer, como fazer e…ser original. È a palavra de ordem!
segunda-feira, outubro 10, 2005
A jantar
Mensagem da Ana… Más notícias!!! A pesquisa sobre questionários foi muito pouco frutífera… o desespero está espalhado!! Resta a esperança de que, ao falar com a professora, a confiança possa voltar
Mensagem da Ana… Más notícias!!! A pesquisa sobre questionários foi muito pouco frutífera… o desespero está espalhado!! Resta a esperança de que, ao falar com a professora, a confiança possa voltar
Aula de PAE
Fez-se luz!!! Acabo de ter a verdadeira ideia original para o trabalho!! As ideias atrapalham-se no meu cérebro, tal a ânsia de saírem cá para fora e o entusiasmo sentido!! Comunico à Ana a brilhante ideia e o meu ânimo aumenta ao ver a sua expressão de excitação. À partida parece tudo muito bem: construir um jogo do género daqueles de tabuleiro em que cada “casa” tem uma pergunta acerca da temática questionários abertos. Para avançar nas “casas” os jogadores têm que responder às perguntas, escritas em cartões (espero não ser acusada por apropriação de patente do Trivial Pursuit). Com um toque de “Quem quer ser milionário” o jogo permite que os jogadores peçam a ajuda da bibliografia para conseguirem responder às questões e assim avançarem no tabuleiro.
Agora sim estou mesmo entusiasmada com o trabalho
Fez-se luz!!! Acabo de ter a verdadeira ideia original para o trabalho!! As ideias atrapalham-se no meu cérebro, tal a ânsia de saírem cá para fora e o entusiasmo sentido!! Comunico à Ana a brilhante ideia e o meu ânimo aumenta ao ver a sua expressão de excitação. À partida parece tudo muito bem: construir um jogo do género daqueles de tabuleiro em que cada “casa” tem uma pergunta acerca da temática questionários abertos. Para avançar nas “casas” os jogadores têm que responder às perguntas, escritas em cartões (espero não ser acusada por apropriação de patente do Trivial Pursuit). Com um toque de “Quem quer ser milionário” o jogo permite que os jogadores peçam a ajuda da bibliografia para conseguirem responder às questões e assim avançarem no tabuleiro.
Agora sim estou mesmo entusiasmada com o trabalho
Em casa da Ana
Estou em casa da Ana em frente ao computador à espera que ele ganhe voz e me diga que tema escolher. Conferencio com a Ana acerca do tema para o trabalho. Acerca de qual deles existe mais informação, quais as vantagens e desvantagens de escolher um e não os outros, qual nos dá mais liberdade para fazer o tal trabalho original…aiiih, é tão difícil escolher!! Sinto-me em contradição: luto por ter liberdade de escolha quando não ma dão e reclamo por ter a responsabilidade de optar quando a isso me “obrigam”!! Como custa ser estudante…
Decidimo-nos, por exclusão de hipóteses, pelo questionário aberto. Logo após a tomada de decisão sou assolada por um medo que se tem tornado vulgar desde o 1º ano: o de ter feito a escolha errada.
Já com o tema escolhido partimos para a acção e escrevemos numa folha qual o tema, os elementos do grupo e respectivos números de aluno que iriam dar corpo ao trabalho.
Estou em casa da Ana em frente ao computador à espera que ele ganhe voz e me diga que tema escolher. Conferencio com a Ana acerca do tema para o trabalho. Acerca de qual deles existe mais informação, quais as vantagens e desvantagens de escolher um e não os outros, qual nos dá mais liberdade para fazer o tal trabalho original…aiiih, é tão difícil escolher!! Sinto-me em contradição: luto por ter liberdade de escolha quando não ma dão e reclamo por ter a responsabilidade de optar quando a isso me “obrigam”!! Como custa ser estudante…
Decidimo-nos, por exclusão de hipóteses, pelo questionário aberto. Logo após a tomada de decisão sou assolada por um medo que se tem tornado vulgar desde o 1º ano: o de ter feito a escolha errada.
Já com o tema escolhido partimos para a acção e escrevemos numa folha qual o tema, os elementos do grupo e respectivos números de aluno que iriam dar corpo ao trabalho.
sexta-feira, outubro 07, 2005
No comboio, a caminho de casa
Tento pensar em qualquer coisa original para fazer no trabalho. Ideias até interessantes vão surgindo…Tenho que conferenciar com a Ana, a minha colega de grupo.
Tento pensar em qualquer coisa original para fazer no trabalho. Ideias até interessantes vão surgindo…Tenho que conferenciar com a Ana, a minha colega de grupo.
SEXTA-FEIRA, OUTUBRO 07, 2005
Aula prática de IQE
A professora começou a explicar em que consistia o trabalho e o que pretendia com o mesmo. Passados os primeiros momentos de pânico, atrapalhação e sentimentos de “como é que eu vou fazer isto??!” atingi um nível de felicidade invulgar (invulgar por ser relativo a um trabalho escolar, de cariz académico e, consequentemente, enfadonho e geralmente tradicional, não por nunca ter sido/estado feliz). Tudo porque foi expresso pela professora o desejo de que os trabalhos primassem pela originalidade, pela fuga ao academicamente banal. Nada que me agradasse mais, a mim que sou uma pessoa ávida de inovação, anti-convencionalismos e formalidades…e tudo o que “fuja à regra”. Pensei logo no quanto custoso ia ser e, sob o fardo de um trauma profundo e quase crónico em relação aos trabalhos de grupo, amaldiçoei a minha sorte…
Acabada que estava a explicação acerca da realização do trabalho e mais algumas considerações acerca das aulas, saímos da sala. Eu saí com a promessa feita a mim mesma de que me iria empenhar naquele que prometia ser o trabalho mais fascinante do ano.
