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Sou uma gota: transparente, frágil, pequena se sozinha mas enorme quando no meu mar, composto de tantos iguais a mim. Sou azul: sinto, aprendo, erro, peço desculpa, desculpo e respeito. Muito. Com a minha alma azul.

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Em casa da Ana

Conseguimos fazer bastantes entrevistas! A maioria das pessoas que interpelámos foram simpáticas e prontificaram-se a responder. Em algumas delas vi uma expressão de desagrado quando me viam preparar o gravador. Acho que a conversa que tinha com elas antes de iniciar a entrevista ajudava a pô-las à vontade. A elas e a mim, que tinha, assim, uma oportunidade de lhes mostrar que era inexperiente e que não tinha propriamente uma “Lois Lane” dentro de mim… Viemos adiantar trabalho. Agora percebo porque é que nunca ninguém disse que transcrever entrevistas era fácil e divertido… não é mesmo nada fácil e divertido!! Aliás, é mesmo um verdadeiro atestado de paciência. Pôr a cassete para a frente, para trás…agora avancei demais. “O que é que ela disse?” “Não sei, não dá para perceber…”. “Esta pausa é grande, mete reticências.” “Não é nada.”… Estamos numa pausa mais que merecida! Da primeira transcrição confesso que até gostei mas agora já não estou a achar nada agradável…e pensar que ainda faltam tantas mais… Bem, vou voltar ao suplício! Ah, entretanto vimos que recebi o e-mail da professora a responder ao que lhe tinha enviado durante as férias. Que desânimo!! Aqui e ali manchas de um azul “fúscia” a indicar o que está incorrecto ou em falta…São tantas… Quando acabarmos de transcrever as entrevistas vamos tratar das referências bibliográficas! Tenho tanta vontade de fazer isso como vontade de tomar banho de mangueira numa noite de Inverno…