SEXTA-FEIRA, OUTUBRO 07, 2005
Aula prática de IQE
A professora começou a explicar em que consistia o trabalho e o que pretendia com o mesmo. Passados os primeiros momentos de pânico, atrapalhação e sentimentos de “como é que eu vou fazer isto??!” atingi um nível de felicidade invulgar (invulgar por ser relativo a um trabalho escolar, de cariz académico e, consequentemente, enfadonho e geralmente tradicional, não por nunca ter sido/estado feliz). Tudo porque foi expresso pela professora o desejo de que os trabalhos primassem pela originalidade, pela fuga ao academicamente banal. Nada que me agradasse mais, a mim que sou uma pessoa ávida de inovação, anti-convencionalismos e formalidades…e tudo o que “fuja à regra”. Pensei logo no quanto custoso ia ser e, sob o fardo de um trauma profundo e quase crónico em relação aos trabalhos de grupo, amaldiçoei a minha sorte…
Acabada que estava a explicação acerca da realização do trabalho e mais algumas considerações acerca das aulas, saímos da sala. Eu saí com a promessa feita a mim mesma de que me iria empenhar naquele que prometia ser o trabalho mais fascinante do ano.

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