Hoje na aula perguntei à professora como é que devia fazer para indicar o endereço electrónico do meu blog. Agora que tudo acabou sinto uma certa nostalgia e angústia. Reli todo o que escrevi e parece-me absurdo. Sempre que postava achava correcto o que tinha escrito…agora a minha vontade é de apagar tudo! Sei que é a minha quase inexistente auto-estima que está a escrever estas palavras mas mesmo assim não deixo de o sentir.
Acho que este é o momento indicado para reflectir acerca deste diário e de todas as confissões que ele contém em si: como já referi, este é o meu “cantinho” preferido de um trabalho. Permite-me dar-me a conhecer e contribuir, o mais plenamente possível, para um trabalho que prima pelo cunho pessoal que possui. Que não é isso o essencial eu sei mas que é isso o que eu mais valorizo, é! Tolere-me que discorda de mim, perdoe-me que me acha inconveniente! É só o que peço. Quanto ao conteúdo do que aqui foi dito… Talvez, em certas instâncias, o meu discurso tenha sido um tanto ou quanto desapropriado, uma vez que este é um trabalho escolar e não um livrinho de brincadeiras. Só que acho que tudo na vida deve ser levado a trote num cavalo de carrossel, recheado de algodão doce e gargalhadas de criança. Por isso o cariz um tanto ou quanto informal e, se calhar demasiadas vezes, infantil deste “diário”.
Não poderia terminar sem agradecer, até porque acho que este é um bom local para tal. Sem qualquer ordem de preferência (porque todos foram igualmente importantes, todo foram uma parte valiosa do todo final) agradeço à Ana. Minha companheira de trabalho que soube ter a paciência suficiente para me aturar. A mim e ao meu estilo de vida e trabalho. Sem ela demoraria o dobro do tempo para realizar este trabalho e… teria arrancado o cabelo todo de tanto pânico! Aos meus pais, que me ofereceram o computador, que suportam, todos os meses, a extravagância monetária dos meus mergulhos nas profundezas do oceano cibernético e que me possibilitam a frequência do melhor dos cursos na melhor faculdade e universidade do país. Ao Jota, pelo incondicional apoio e paciência e por ser o melhor professor de como criar blogs de todo o mundo. Por fim, àquela pessoa cuja identidade o código da moral e da vida em sociedade não permite revelar (prometo que quando acabar o curso venho cá postar e digo quem é).
Já com saudades, a aluna
Antónia Raquel Bento
Nº 20031563
3º Ano da licenciatura em Ciências da Educação
Ano Lectivo 2005/2006